Governo do Distrito Federal
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20/01/20 às 16h30 - Atualizado em 20/01/20 às 16h38

Agricultura familiar é foco de reunião entre Seagri, Emater e Ceasa

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Foto: Andre Borges/Agência Brasília

 

 

Diretoria e técnicos da Secretaria da Agricultura do Distrito Federal (Seagri-DF), da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF) e das Centrais de Abastecimento (Ceasa-DF) realizaram, nessa sexta-feira (17), uma reunião de planejamento, com o objetivo de pensar estratégias ao longo de 2020. O objetivo é incluir mais agricultores familiares nos programas de compras institucionais e cadastrar mais entidades socioassistenciais para receber esses produtos.

 

Segundo o diretor-executivo da Seagri-DF, Luciano Mendes, além disso, o objetivo é captar mais recursos e utilizá-los de forma ainda mais eficiente. “Queremos continuar aumentando o número de produtores e agricultores familiares que participam do processo porque tem demanda e nós também queremos ir atrás das redes socioassistenciais, ajudar elas no cadastramento e na legalidade, para que elas possam participar”, explicou.

 

“Nós temos vários programas de compra e distribuição de alimentos, todos eles com a participação da Seagri, da Emater e da Ceasa. Todos passam pelo Banco de Alimentos na Ceasa. O que está ocorrendo, ao longo desses últimos anos, é que a gente tem observado que os números de agricultores familiares têm aumentado, mas por outro lado, os recursos têm diminuído, e isso é uma preocupação nossa”, ressaltou o secretário-executivo, Luciano Mendes.

 

Segundo o diretor de compras institucionais da Seagri, Lúcio Flávio, hoje existem recursos na ordem de R$ 3 milhões para serem aplicados no ano de 2020, mais cerca de R$ 750 mil em emendas. “A gente vai ter que fazer uma chamada pública para a participação de novas entidades socioassistenciais e fazer o atendimento de um público beneficiário final maior. Também vamos fazer uma chamada pública no âmbito do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), para cadastrar novos agricultores na proposta para fazer frente a essa demanda”, explicou.

 

 

 

Texto: Ascom Seagri-DF